Pesquisadores discutem os efeitos da Ditadura Militar no cinema brasileiro

A palestra será on-line, nesta terça-feira (1), às 15h

Por Ascom Ufal
- Atualizado em 31/03/2025 19h18

Há 41 anos, entre 31 de março e 1º de abril, o Brasil iniciava uma fase obscura da sua história com o golpe militar e a instauração do regime ditatorial. Esse é o ponto de partida da palestra proferida pelos estudantes de Jornalismo e pesquisadores Júlia Lins, Lívia Protássio e Filipe Torquato, ligados ao Programa de Iniciação Científica da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

A palestra será on-line, nesta terça-feira (1), às 15h, e pretende pensar junto aos alunos de Jornalismo como o cinema documentário brasileiro reconstitui a experiência de suspensão do processo democrático, tendo como perspectiva teórica e metodológica o pensamento decolonial.

Os pesquisadores vão abordar as narrativas construídas sobre a experiência ditatorial em filmes que tratem sobre povos originários, mulheres e negros. As pesquisas desenvolvidas pelos discentes integram o projeto Decolonialidades: cinema e ditadura militar no Brasil, coordenado pela professora Raquel do Monte.

O filme abordado na palestra será: Que bom te ver viva, dirigido por Lúcia Murat. O filme aborda os depoimentos de oito ex-presas políticas brasileiras que viveram situações de tortura, mediados pela interpetração da atriz Irene Ravache, para falar de sobrevivência, apesar dos traumas e das marcas profundas da violência sofrida.

Palestra Cinema e Ditadura Militar: outras leituras

Terça-feira, 1º de abril, 15 h

Link para acesso .

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