Estudante da Ufal leva atendimento médico humanitário às Filipinas

Mateus Arruda participou de missão para atender mais de 900 pacientes em vilarejos e tribos

Por Manuella Soares - jornalista
Mateus Arruda participou de missão para atender mais de 900 pacientes em vilarejos e tribos
Mateus Arruda participou de missão para atender mais de 900 pacientes em vilarejos e tribos

Doar tempo, conhecimentos, solidariedade. Mateus Arruda está concluindo o curso de Medicina da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Campus A.C. Simões, com um olhar especial para as causas sociais. No último mês de fevereiro ele viveu uma experiência humanitária e profissional ao integrar uma missão médica de curta duração no sul das Filipinas. 

Atuando como estudante de Medicina, Mateus trabalhou em vilarejos e tribos dos arredores de Davao City, na ilha de Mindanao, em ações organizadas pela Global Aid Network Australia (GAIN Australia) em parceria com a equipe do Global Aid Network Filipinas (GAIN Philippines).

 A iniciativa, de caráter cristão e voltada ao trabalho social e humanitário, reuniu voluntários vindos da Austrália, do norte das Filipinas e do Brasil. Durante os dias de clínica e assistência social, a equipe atendeu mais de 900 pacientes provenientes de diferentes localidades. Foram distribuídos mais de 1.500 medicamentos e entregues mais de 400 óculos de grau. Além das consultas e entrega de insumos, os voluntários dedicaram dias para ações de educação básica em saúde bucal, higiene sanitária e saúde mental.

De acordo com Marteus, todo o trabalho foi realizado por meio de voluntariado, apoio de empresas e doações recebidas para o projeto. Ele conta que membros de igrejas locais prestaram serviços de tradução, garantindo que cada paciente recebesse atendimento gratuito, eficaz e afetivo. Em paralelo às ações imediatas, a missão contou com o apoio de comunidades locais que se comprometeram a dar continuidade ao cuidado e às assistências destinadas às populações atendidas.

“Acreditamos no poder e no caráter eterno que ações como essas produzem nas populações e comunidades que pudemos alcançar. Esse foi o principal motivo para cada voluntário, não somente médicos, mas também outros profissionais de saúde e de outras áreas, saírem de seu conforto para viver experiências que valeram a pena serem vividas”, reforçou Mateus.

 

 

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