Servidora vai à Colômbia a convite do Ministério da Igualdade e Equidade
Atividade faz parte da programação do pós-doutorado de Danielly Spósito, assistente social da Proest
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Na última semana, a servidora do quadro técnico-administrativo da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Danielly Spósito, assistente social lotada na Pró-reitoria Estudantil (Proest) participou de um evento em Medelín, na Colômbia a convite do Ministério da Igualdade e Equidade colombiano. A atividade faz parte de seus estudos pós-doutorais, realizado no país.
O encontro na área de políticas públicas voltadas às masculinidades, reuniu instituições nacionais de diferentes regiões do país latino-americano e promoveu debates sobre o cuidado nas masculinidades, corresponsabilidade, equidade de gênero e estratégias institucionais para o trabalho com homens e masculinidades. De acordo com a Spósito, aproximação com o país vizinho é uma estratégia de autoconhecimento. “A aproximação com a América Latina é importantíssima pra nosso autoconhecimento como mulher Latina, para nossa experiência profissional e amadurecimento acadêmico”, explicou.
Partilha de conhecimentos e experiências entre países
A imersão no país terá duração de seis meses, período no qual a servidora aprofundará seus estudos sobre assistência estudantil e feminismos. Após realizar o mestrado e doutorado na Europa, Danielly resolveu trocar experiência com outros pesquisadores latinos que, de acordo com a servidora, além do aprendizado técnico e institucional, tem sido uma experiência muito significativa pelo contato com profissionais, pesquisadores/as e gestores/as que constroem ações em ambientes semelhantes ao da Ufal, onde atua. “Minha participação no evento foi muito importante tanto do ponto de vista acadêmico quanto institucional”, afirmou.
A servidora reforça, ainda, a importância de sua participação para a Ufal: “para a universidade, essa experiência pode contribuir na construção de projetos de extensão, pesquisas e ações formativas voltadas à promoção da cultura de paz, da justiça restaurativa, dos direitos humanos e da equidade de gênero”, destacou
Além disso, possibilita aproximar a instituição de experiências internacionais exitosas, fortalecendo redes de cooperação acadêmica e intercâmbio de conhecimentos. E ela finaliza: “considero muito relevante a possibilidade de estimular debates sobre corresponsabilidade, cuidado coletivo e construção de políticas institucionais mais humanizadas e inclusivas. O contato com experiências desenvolvidas na Colômbia permitiu ampliar o olhar sobre políticas públicas, estratégias de prevenção das violências e ações voltadas ao trabalho com masculinidades, especialmente a partir de perspectivas intersetoriais e restaurativas”, concluiu.