Ufal sedia oficina estadual sobre novas tecnologias de controle das arboviroses

Capacitação reuniu gestores e técnicos municipais para discutir estratégias inovadoras de enfrentamento aos mosquitos vetores

Por Ryan Charles - estudante de Jornalismo
Capacitação reuniu gestores e técnicos municipais para discutir estratégias inovadoras de enfrentamento aos mosquitos vetores
Capacitação reuniu gestores e técnicos municipais para discutir estratégias inovadoras de enfrentamento aos mosquitos vetores

Entre os dias 24 e 26 de fevereiro, o Instituto de Ciências Biológicas (ICBS), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), foi sede da 1ª Oficina sobre Novas Tecnologias de Controle Vetorial das Arboviroses. A atividade foi promovida pela Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau), em parceria com o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A ação teve como objetivo capacitar técnicos das secretarias municipais de saúde para a implementação de novas tecnologias voltadas ao controle dos mosquitos vetores das arboviroses em Alagoas. A programação incluiu oficinas temáticas, apresentações de panorama epidemiológico, estudos estratégicos para fortalecimento das ações e atividades de treinamento de campo.

O vice-diretor do ICBS, Wagnner Porto, explicou que a oficina também contou com a parceria do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde do ICBS/Ufal, fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa e serviço.

“Temos vários pesquisadores da área no corpo docente do PPG realizando pesquisas com resultados que podem alicerçar as discussões e aprimorar as estratégias de controle a serem implantadas no Estado. Além de possuir uma infraestrutura de laboratórios de microscopia e de informática necessária para a realização dos treinamentos de maneira a otimizar a logística”, destacou.

Para o coordenador, a universidade abrir as portas para iniciativas que envolvam instituições públicas é essencial para que as atividades desenvolvidas dentro da instituição sejam fortalecidas pelo intercâmbio de conhecimento com outros profissionais.

“É muito importante que a academia e seus pesquisadores aproximem-se do serviço oferecido pela gestão pública para que, além da formação de profissionais mais preparados para atuação no serviço, as equipes que já atuam na ponta também tenham a oportunidade de trocar experiências e implementar estratégias mais eficientes para o controle dos agravos”, concluiu.

 

 

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